A Esquile produz os materiais de adoção de sistemas que uma empresa precisa quando implanta uma plataforma nova, atualiza a que já tem, troca de fornecedor ou unifica sistemas depois de uma fusão. Somos a fábrica de conteúdo que transforma o processo novo em trilhas por papel, vídeos, guias rápidos e avaliações, trabalhando ao lado de quem conduz a mudança e de quem configura o sistema.
A empresa fica em São Paulo, SP, atende todo o Brasil e trabalha com operações que têm unidades em mais de um país.
São as peças que fazem a pessoa conseguir trabalhar no dia seguinte à virada. Normalmente incluem:
A integradora entrega o sistema configurado e um manual técnico. A área de gestão de mudança entrega o plano, o mapa de impacto e a matriz de quem aprende o quê. No meio dos dois fica um trabalho que ninguém contratou: alguém precisa pegar o processo desenhado e virar material que a pessoa da ponta consegue usar.
Esse trabalho costuma cair no time interno de treinamento, que costuma ser pequeno e já cuida do resto da empresa, ou nos usuários-chave, que nessa fase estão dentro da homologação e são os que menos podem parar.
A pergunta que fica é simples: como as pessoas vão operar um sistema que ainda não conhecem? Quando o material não fica pronto a tempo, sobram duas saídas, e ninguém no projeto queria nenhuma das duas. Uma é adiar a virada, o que acontece em parte dos casos e custa caro. A outra é entrar no ar assim mesmo, e a conta aparece depois, com os usuários-chave virando suporte informal em vez de voltar ao trabalho deles, e a central de atendimento recebendo um volume de chamados que ninguém dimensionou.
A Esquile conecta gestão de mudança e desenvolvimento de conteúdo, e é aí que a conversa de alinhamento muda. Normalmente o catálogo de treinamento chega pronto, e quem domina as duas pontas faz as perguntas que ajudam o cliente a direcionar a produção, além de questionar o próprio catálogo quando alguma coisa não fecha. Em projetos complexos e de grande volumetria, é onde essa diferença mais aparece.
São perguntas como: este público precisa da trilha inteira ou só do trecho que mudou para ele? O que já foi comunicado a essas pessoas? Quem vai sustentar o material depois da virada? Um fornecedor que apenas executa a lista entrega um curso genérico sobre a ferramenta, que não responde à pergunta que a pessoa realmente tem. Quem conhece a disciplina enxerga cedo o que vai faltar, e avisa enquanto ainda dá para corrigir sem refazer.
Entramos como produção. O ponto de partida é o que o projeto já tem: o desenho do processo, as telas homologadas, o material da integradora e o conhecimento dos usuários-chave.
O time do cliente conduz o projeto e valida o resultado. A escrita, o design instrucional e a montagem ficam conosco.
Em um programa de capacitação para sistema corporativo, o modelo funcionou assim:
Quando o lançamento do sistema acontece em vários países, o rollout, o desafio não é só traduzir. O catálogo pode ser diferente de um país para outro, e um mesmo tema pode pedir um conceito diferente porque a aplicação local é outra. Isso costuma chegar já definido e é refinado na curadoria, com quem conhece o processo naquele país, e o vocabulário técnico é validado lá também. Produzimos no idioma que cada projeto pede.
Gestão empresarial, o ERP, incluindo SAP. Relacionamento com o cliente, o CRM, incluindo Salesforce. Sistemas de gestão de manutenção, portais internos e ferramentas próprias do cliente. O que define o trabalho não é a marca da plataforma, é o processo que muda para quem usa.
Cursos nos padrões SCORM, xAPI e HTML5 para a plataforma do cliente, vídeo para celular e tablet, peças curtas de aprendizagem, o microlearning, e material impresso quando o posto de trabalho não tem tela.
Produção de Conteúdo Sob Demanda, com escopo fechado e entregas definidas, para uma virada com data marcada.
Alocação de Recursos Dedicada, com time reservado por período, para programas de onda contínua em que o volume não acaba na virada.
Produzimos o conteúdo que sustenta projetos de mudança e, quando o projeto pede, conduzimos a gestão da mudança também.
É o arranjo mais comum. A consultoria desenha a estratégia e o plano; nós produzimos as peças que o plano pede. Também trabalhamos ao lado da integradora do sistema, que entrega a configuração e a documentação técnica.
O caminho mais comum é o cliente gravar e enviar, e nós cuidarmos do roteiro, da edição e da montagem no material. Também conseguimos capturar em ambiente de homologação, e nesse caso precisamos do passo a passo do processo; quando existe documento que descreva a sequência, ele resolve.
O material produzido é do cliente. A Esquile mantém a propriedade da sua metodologia, dos seus modelos e dos componentes reutilizáveis de trabalho, mas não do que é entregue.
Depende do número de trilhas e de papéis. O que costuma definir o prazo não é a produção, e sim a disponibilidade dos usuários-chave para as reuniões de alinhamento e para a validação.